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quinta-feira, 7 de julho de 2016

A Falácia do Livre Mercado !




           
          O Livre Mercado impulsionado pela globalização é uma falácia, é um raciocínio errado com aparência de verdadeiro, não é sustentável, não dá condições práticas para se materializar na relação econômica entre as nações. O que realmente existe é uma relação de troca entre as empresas, mediada pelo capital que deve ter seu fluxo regulado pelo Estado. E qual é a empresa mais importante para uma nação? É a empresa que gera negócios, gera emprego, investe no país, paga impostos, tem o compromisso de ser socialmente responsável justa e que possibilita uma prosperidade eticamente viável.
         Estamos diante de uma mudança econômica política das nações, para as organizações poderem criar uma relação justa entre o capital e o trabalho, os mercados em que estão estabelecidas fomentando empregos passarão a ser valorizados. O protecionismo aumentará, o Estado terá um papel importante, ao ser o responsável por regulamentar a forma como as relações econômicas ocorrerão entre as nações. Entendendo que o Livre Mercado não existe, faz parte de um discurso demagógico, sem compromisso com o desenvolvimento de uma nação.
         O Brasil deve valorizar os seu mercado interno, as empresas instaladas no país devem cobrar do Estado à implementação de políticas públicas com vistas à proteção da economia interna. A empresa que quiser usufruir as possibilidades de negócios no Brasil deve pagar o preço, está comprometida em gerar negócios, gerar emprego, investir no país, pagar impostos, e ter o compromisso de ser socialmente responsável justa e que possibilite uma prosperidade eticamente viável. Do contrário não é viável fazer negócio, pois não é sustentável.
         A paz e prosperidade sustentável só podem ser construídas a partir de empreendimentos comprometidos com a justiça social, que se materializa ao ser equilibrado na relação de força entre o capital e o trabalho. A Globalização e o Livre Mercado demonstraram a capacidade de se obter resultados rápidos em curto prazo, mas insustentável em longo prazo. Uma força geradora de crises intermitentes, a falência de políticas duradouras. A alternativa está na concretude das relações econômicas entre as pessoas. Que existe a partir da troca de produtos e serviços mediada pelo capital, que tem que ser fiscalizado e controlado. Caminho existe, o que se faz necessário é ter uma atitude, que gere uma ação política econômica por parte de toda a sociedade organizada, Estado, empresas e trabalhadores na defesa de sua própria economia e povo. É uma postura neonacionalista com vistas à construção de uma justiça social que proporcione um bem estar social para as pessoas. Assim poderemos responder as perguntas: O que realmente dá sentido a vida humana neste planeta? Como podemos construir uma sociedade feliz? O que fazer?


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