Vamos conversar da vida, das singularidades, possibilidades, construir conceitos, encontrar caminhos que possam auxiliar nas questões existenciais e realizarmos trocas e reflexões.
O início do século XXI está marcado
pelo acesso a informação, seja de massa ou até assuntos especializados, muitas
coisas podem ser encontradas na internet. Só que tudo não é flores, existe um
volume enorme de informação que podemos qualificar como “Fake News”, que
distorcem a realidade, motivada por movimentos ideológicos políticos.
O papel do comunicador se torna de
extrema responsabilidade, ele tem que ser um profeta da verdade, que além de comunicar
com clareza e veracidade, deve também esclarecer o leitor com simplicidade e
objetividade. Assim, se faz uma comunicação de qualidade.
O leitor sempre está em busca da
verdade, do conhecimento transformacional, aquele capaz de influenciar a sua vida
e assim mudar para melhor o seu comportamento e as suas atitudes.
O escritor tem o potencial de ser um
influenciador, por mais sutil que pareça, as pessoas que leem as suas palavras
sempre assimilam conceitos e a informação. É como um alimento para alma, ao
mesmo tempo solitária, mas também conectadas com todos que o rodeiam. É uma
troca e comunhão de ideias, que sempre podem descortinar novas verdades.
Eu me vejo como um escritor
influenciador, o meu objetivo é fazer da escrita um canal de comunicação da
verdade, com o propósito de transformar a vida do leitor. O tempo é único e a
vida é curta, torná-lo útil para o leitor é como dar um sentido existencial
para a vida. Está é uma das missões da minha vida, que assumo e me coloco a
disposição para fazer a diferença na vida de quem estiver aberto para conhecer
mais e se aproximar da verdade.
O ano de 2022 é o ano da escolha, cada cidadão
brasileiro deve tomar consciência do que é na sua essência. Não existe um certo
ou um errado, mas uma tomada de consciência e o chamado para ter uma vida
coerente com os valores e princípios que acredita.
Muitas vezes, nós defendemos ideias em
debates oficiais e não oficiais, mas nem sabemos qual é a gênese de nossos
pensamentos. O que será apresentado aqui é uma síntese capaz de motivar a
fazermos um estudo com maior profundidade.
Todas as ideias têm uma origem, elas vão
e vêm e existem para o nosso amadurecimento e evolução como pessoa humana.
Podemos inicialmente sermos liberais, acreditarmos na direita, depois na esquerda
e finalizarmos como comunitarista.
Hoje, eu sou comunitarista, acredito
que as ações de nossas vidas devem estar vinculadas com princípios que
fundamentam a nossa forma de ser no mundo, ou seja, a Ética do bem comum. O
debate democrático de ideias é saudável e progressista na medida em que se
estuda todos os lados e se constrói uma síntese para atender a todos de forma
equilibrada.
O grande debate é a relação existente
entre os empregadores e os trabalhadores, o Capital e o Trabalho. Os detentores
dos meios de produção e a força de trabalho. Esse debate ocorre desde os tempos
remotos da história humana, a partir da formação das primeiras comunidades
sedentárias, as Cidades Estado. Sempre existiu quem produz a riqueza e quem
administrava a riqueza e o grande debate é a forma de distribuição da riqueza produzida.
As ideias que formaram as estruturas
políticas, econômicas e sociais sempre passaram por transformações, em uma
jornada dialética ao longo da história humana. E hoje, nós estamos diante de
uma nova ideia, o Comunitarismo, que de novo é a sua forma de expressão, mas os
seus fundamentos filosóficos remontam o auge da Grécia Antiga, que teve início
com Péricles, “um célebre e influente estadista, orador e estratégico
(general) da Grécia Antiga, um dos principais líderes democráticos de Atenas e
a maior personalidade política do século V a.C. Viveu durante a Era de Ouro de
Atenas — mais especificamente, durante o período entre as guerras Persas e
Peloponésica. Péricles promoveu as artes e a literatura, num período em que
Atenas tinha a reputação de ser o centro educacional e cultural do mundo da
Grécia Antiga. Iniciou um ambicioso projeto que construiu a maior parte das
estruturas que ainda existem na Acrópole de Atenas (incluindo o Partenon). Este
projeto foi responsável por embelezar a cidade, exibir a sua glória e dar
emprego à população. Péricles também estimulou a democracia ateniense”. [Origem:
Wikipédia, a enciclopédia livre.]
Todo o movimento político deste estadista influenciou
a filosofia promovida por Sócrates, Platão e Aristóteles, que formou as bases
do pensamento ocidental, juntamente com os princípios da ética e moral Judaico-cristã.
De alguma forma, as principais ideologias do ocidente têm sua gênese a partir
de todo este movimento histórico.
O Brasil é uma país aberto para o debate
de novas ideias, sua população é diversa, capaz de pensar e fazer o novo. Eu
defendo como o novo, o Comunitarismo, o que escolhi acreditar e viver
politicamente. A mesma decisão pode ser tomada por cada um de nós, isso é viver
a cidadania, fazer valer os direitos na medida em que cumpre os deveres e viver
uma ética voltada para o bem comum. Como proposta, eu apresento o Liberais x
comunitaristas e direita x esquerda uma escolha para se fazer na vida! A opção
é de cada um... Pois defendo a liberdade e o debate democrático.
O Brasil está diante da escolha de Sofia,
“de se tomar uma decisão difícil sob pressão e enorme sacrifício pessoal e
coletivo”, existem três entes da sociedade brasileira, o Estado, a
iniciativa privada e os trabalhadores, que precisam se unir e defender um
interesse em comum, o desenvolvimento sustentável de longo prazo.
O que está sendo proposto não são sacrifícios,
mas a criação de um plano estratégico com a participação de todos os entes da
sociedade brasileira. É a realização de uma grande negociação, onde todos
ganham, mas também contribui com o propósito maior, o desenvolvimento
sustentável de longo prazo.
A razão pela qual todos devem
contribuir é que: o detentor do capital, o investidor precisa obter uma
rentabilidade justa sobre o patrimônio para não perder o poder de compra ao
longo do tempo. O trabalhador precisa encontrar oportunidades de trabalho para
vender a sua força de trabalho por um valor justo, capaz de satisfazer as suas
necessidades básicas para ter qualidade de vida. O Estado precisa recolher
impostos para realizar as políticas publicas demandadas pela sociedade
brasileira, de forma equilibrada e sustentável e não se tornar um ente solvente.
Essa missão só pode ser cumprida por
líderes políticos capazes de promover a união, que dialogue com os extremos e
ao mesmo tempo seja capaz de reconhecer o valor de cada ente da sociedade. Embora,
o Brasil apresente uma tendência para a polarização política, devemos acreditar
em uma terceira via, a manifestação de uma via conciliadora, pragmática, capaz
de transcender ideologias políticas, o objetivo é a obtenção de um resultado
maior, o desenvolvimento sustentável de longo prazo.
O objetivo de um Brasil maior tem que
ser um tema presente em todas as rodas de conversa da sociedade brasileira, presente
nas famílias, nas escolas, nas organizações empresariais, nos sindicatos e
fazer parte de todos os trabalhadores. A construção de uma sociedade mais justa
e próspera tem que ser uma missão e o propósito de vida de todo cidadão, exercer
a cidadania não é apenas votar, mas é participar da construção do seu país. Por
isso, o debate sobre o desenvolvimento sustentável de longo prazo não se faz somente
com os economistas, mas com toda sociedade brasileira, todos têm algo a
contribuir que pode abrir uma porta e janela para um futuro melhor repleto de
esperança. Vamos fazer parte deste futuro????
O ano de 2022 começa e promete ser
quente, pois haverá eleição para definir o líder máximo do poder executivo da
nação brasileira. O período de campanha eleitoral será um momento importante
para refletir e fazer um debate construtivo na direção da promoção de uma
política econômica a partir de 2023.
O debate tem que ser amplo e
democrático, a sociedade na sua totalidade deve participar, o setor público e
privado, os políticos, os empresários, os trabalhadores, a juventude estudantil,
as famílias brasileiras. O Brasil a ser idealizado é para o presente e as
futuras gerações.
O mundo acadêmico tem muito a
contribuir, os professores e pesquisadores das múltiplas áreas do saber podem fazer
um debate multidisciplinar com o objetivo de apontar um caminho, auxiliar na
formulação de políticas públicas e apresentar projetos para a inserção do
Brasil como um dos líderes da economia “VERDE”.
Os meios de comunicação tradicionais,
as mídias oficiais comprometidas com a verdade, as ciências têm um papel e
função importante. A missão é informar e de certa maneira educar a população de
forma democrática, diversa, multidisciplinar, fundamentada na verdade com o
objetivo de promover o desenvolvimento sustentável e a defesa da vida no
planeta.
O tema mais importante a ser debatido
em 2022 é o desenvolvimento econômico rumo a uma economia “VERDE”. As
restrições e os desafios não são problemas, mas é a grande oportunidade do
Brasil, para um país que tem todos os atributos naturais para liderar a nora
era da humanidade.
As grandes mudanças que a humanidade passou
na sua história foram pelas formas de transformação dos meios de produção e
criação de valor. O que fez a humanidade deixar de ser nômade para ser
sedentária, o surgimento das pequenas comunidades, vilas, cidades estado, reinos
e impérios, para formar posteriormente países, passaram por grandes
transformações econômicas apoiadas pelos modelos políticos.
A política é muito importante por dar
sustentação, apoio e direcionar a economia de um país. A imprensa tem um papel
e uma missão de esclarecer e de certa forma educar a população. A informação baseada
na verdade é um instrumento para sustentar a democracia. O modelo político até
então mais justo e capaz de preservar a liberdade coletiva e individual.
O ano de 2022 é a oportunidade de
exercício da cidadania coletiva e individual, todo cidadão brasileiro tem o
dever e o compromisso de debater sobre o futuro do país nos diversos fóruns sociais,
sejam formais ou informais, nos bares, nos botecos, nas praças e em suas casas.
A formulação de um projeto de país, da criação de uma política econômica “VERDE”,
do desenvolvimento econômico sustentável com a criação de novas empresas e mais
empregos, o desenvolvimento sustentável e perene. O futuro líder máximo do poder
executivo do país tem que ser democrático e comprometido com a inserção do país
como um dos líderes da economia “VERDE”, o que exigirá uma forma visionária e
criativa de ver o futuro.
A base para tornar o ideal uma
realidade passa pela infraestrutura científica e tecnológica. O negacionismo
científico não pode fazer parte da visão de mundo do futuro líder. O Brasil tem
todos os atributos e meios para ser um grande país, só precisa de um grande
líder, estadista, capaz de unificar e agregar as forças da sociedade rumo ao
desenvolvimento e a prosperidade.
O ano de 2022 começou e representa a
oportunidade de um grande debate nacional promovido pela imprensa oficial e os
meios de comunicação. É a oportunidade do Brasil de subir no trem da história,
não podemos jogar o nosso futuro na lata de lixo.
Estamos na segunda década do terceiro milênio
e a sociedade capitalista está diante do desafio de sua continuidade como
espécie na Terra. O crescimento fundado sobre os atuais padrões sociais,
ambientais e culturais demonstra ser insustentável e incompatível com a vida.
Todos nós já sabemos o que não devemos
fazer, mas não sabemos o que fazer para que as nações continuem crescendo
economicamente, gere emprego e distribua a renda para a manutenção da vida de
forma sustentável.
O desafio está colocado a nossa frente,
é um tema que merece ser pesquisado pelas diversas áreas do saber, como: economia,
administração, engenharia, política, religião, filosofia, geografia, história,
sociologia, física, química e biologia.
O enfrentamento de tamanho desafio necessita
da ajuda das principais áreas do saber. Não existe uma solução única e
universal, mas a criação de inúmeras frentes de trabalho e a ação coordenada
para transformação do modo de ser da sociedade. Para a satisfação das
necessidades da população do planeta, como: a renda, o consumo, o crescimento,
a ocupação do espaço geográfico, a estrutura política e econômica são temas que
devem ser tratados de forma transversal e aberta a múltiplas visões para a
compreensão do problema, que é: A continuidade sustentável da vida, a aceitação
de que o desafio é real, a elaboração de um plano estratégico para superação e
a ação prática.
Existe uma pergunta a ser respondida: É
um custo ou um investimento? A construção das condições materiais para ter
qualidade de vida e permanecer vivo. Como cada país pode se posicionar nos próximos
anos, podemos acreditar e contar com o apoio das ciências?
Para soluções complexas podemos dar
soluções simples que faça parte do dia a dia das pessoas. O momento atual nos
fornece uma infraestrutura científica tecnológica que pode fazer a diferença. O
investimento em soluções necessárias pode promover o crescimento econômico e a
geração de novos e diversos empregos e renda. Resolver o nosso maior problema
poder vir a ser a nossa maior oportunidade, que permita a transformação do modo
de ser da sociedade contemporânea.
A organização social que terá um futuro
e longevidade é aquela que estiver alinhada para promover as soluções dos
problemas presentes no início deste terceiro milênio. O segredo está em como a
sociedade irá se posicionar.
Referência bibliográfica:
MEADOWS,
Donella H. Limites do crescimento : a atualização de 30 anos / Donella
Meadows, Jorgen Randers, Dennis Meadows. – Rio de Janeiro : Qualitymark, 2007.
A realidade da economia “VERDE”, da responsabilidade “SOCIAL”, e da gestão responsável “GEVERNANÇA” já é o
presente que irá construir o futuro e está manifestada na sigla ESG - environmental,
social and governance. A organização empresarial que não tiver em seu DNA estes
princípios, não tem futuro, está sujeita a desaparecer na história.
Caso ainda exista investidores que não
acreditem nesta tese, vou fazer uma comparação com:
“A
Companhia das Índias Orientais (EIC), também conhecido como a Honorável
Companhia das Índias Orientais (HEIC) ou a Companhia Britânica das Índias
Orientais e informalmente como John Company,[1] foi uma companhia inglesa e
mais tarde britânica,[2] que foi formada para prosseguir o comércio com as
Índias Orientais, mas acabou por negociar principalmente com o subcontinente
indiano e a China Qing.” [...] “Em 1803, no auge de seu governo na Índia, a
Companhia Britânica das Índias Orientais tinha um exército particular de cerca
de 260 mil—duas vezes o tamanho do exército britânico, com receitas indianas de
13 464 561 libras e despesas de 14 017 473 libras.[9][10] A empresa acabou por
dominar grandes áreas da Índia com seus próprios exércitos privados, exercendo
o poder militar e assumindo funções administrativas.[11] Regra da companhia na
Índia efetivamente começou em 1757 e durou até 1858, quando, após a Rebelião
Indiana de 1857, a Lei 1 858 do Governo da Índia levou a Coroa Britânica à
assumir o controle direto da Índia sob a forma do novo Raj Britânico.” (Origem:
Wikipédia, a enciclopédia livre.)
Uma importante cooperação britânica teve
todo esse poder e influência, mas não sobreviveu ao tempo. Assim, ocorrerá com
inúmeras grandes corporações empresariais que não souberem ler os sinais do
presente, que apontam para uma tendência futura.
O tempo é implacável, um outro exemplo é o setor da indústria automobilística, que está em uma fase de transição
e terá que se integrar a economia “VERDE” para sobreviver e fazer parte do
futuro da humanidade, vejamos a reportagem:
“Setor automotivo
precisará quebrar paradigmas para ter papel relevante na economia verde: A
indústria automotiva brasileira pode se renovar e cumprir papel importante na
transição para uma economia verde – o caminho cada vez mais adotado por
mercados mundo afora na retomada da crise causada pela pandemia de Covid-19. A
mudança, no entanto, não será no curto prazo e dependerá de uma série de
fatores como a inclusão da agenda ambiental como norteadora de decisões
futuras, alterações na configuração da matriz energética e maior participação
da sociedade civil nos processos decisórios.” (WRIBRASIL)
A realidade é complexa, a organização
empresarial que tem os seus princípios e modo de ser vinculado com o passado não
existirá no futuro. Esse é um questionamento que o investidor deve fazer ao
colocar seu suado dinheiro em um projeto econômico.
O Brasil é um país que tem todas as
qualidades e atributos naturais que o coloca como um dos líderes da economia “VERDE”,
o problema que vivemos é a falta de capacidade de compreensão deste cenário por
parte de nessas lideranças políticas, existe uma tendência para a defesa do negacionismo científico. Só que a realidade, a verdade prevalecerá, o futuro é “VERDE”,
“SUSTENTÁVEL”, ‘RESPONSÁVEL” e “ECOLÓGICO”. Estes são os princípios que formam
o paradigma da economia do futuro.
O Brasil poderá ter organizações
empresariais que sobrevivam ao momento de transição, como poderá não ter. O
papel do Estado é sinalizar o futuro e criar políticas públicas que auxiliem as
organizações empresariais e a sociedade para fazerem a transição e constitua
uma economia “VERDE”.
O líder do futuro será capaz de fazer a
adequada leitura do presente e possibilitar a transformação necessária para a
economia “VERDE”. Infelizmente não é possível encontrar esta qualidade no atual
líder político do Brasil, o que se faz necessária uma mudança de liderança para
o Brasil ocupar a posição que lhe cabe no mundo. O que iria transformar a
sociedade e modernizar toda sua infraestrutura econômica.
Acredito que este seja um tema relevante
a ser discutido no ano de 2022, onde será eleito o novo líder político do
Brasil. Este líder tem que ter uma visão de futuro, que veja as oportunidades
históricas e tenha como prioridade colocar o Brasil como uma das lideranças da
economia “VERDE”.
A história é implacável, quando uma
tendência se manifesta de forma verdadeira amparada pelas ciências não há como
negar, a melhor estratégia é assumir a verdade e fazer a transformação
necessária para poder sobreviver a realidade que está sendo imposta pela história.
Contra o futuro não há presente que sobreviva.
A missão do Leigo Cristão
Católico é ser santo, alcançar a quinta morada que está destinada a todos nós
pela vontade de Deus, ter a contemplação infusa da verdade sob duas luzes:
1 – A luz natural da
razão.
2 – A luz sobrenatural da
Graça Divina.
Vivemos em um mundo
majoritariamente pagão, que só tem acesso a luz natural da razão e estão
impedidos de ter acesso a luz sobrenatural da Graça Divina.
O caminho para receber a luz
sobrenatural da Graça Divina é estar em estado de Graça perante o Deus
verdadeiro, O Deus Abraão, Isaac e Jacó, que se revelou em Jesus Cristo,
nascido para o mundo por Maria Santíssima, o qual trouxe a salvação para todos
os seres humanos.
Estar em estado de Graça
com Deus é ser batizado, comungar semanalmente, confessar periodicamente, viver
os sacramentos e ter uma vida de oração na fé Cristã Católica.
Assim, o homem está
preparado para buscar e ver a Verdade que está em Deus nas pessoas de Deus Pai,
Filho e Espírito Santo criando a possibilidade de se alcançar a quinta morada
de santidade e ser um instrumento para salvar muitas almas para Deus.
Alcançar a santidade é
possível, só temos que estudar e ter uma vida espiritual. A missão do leigo na
Igreja Católica é assumir a vocação de santidade, de lucidez, ser um farol para
o mundo pagão imerso nas trevas, no obscurantismo rumo a perdição da vida
eterna.
Este é o convite, ser um
Santo lúcido e capaz de influenciar pessoas para uma vida virtuosa e santa.
NOSSA
MISSAO É EVANGELIZAR - PE PAULO RICARDO
Escola da Fé - A missão da igreja: Evangelizar (09/05/19)