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quinta-feira, 1 de outubro de 2026

O que realmente importa?


 

         O que realmente importa? É o resultado. Como podemos avaliar o atual governo? E o que podemos esperar do próximo governo? O Brasil vive um momento de risco elevado para as empresas, trabalhadores e para o Estado. Embora, a economia não tenha parado, o índice de desemprego esteja baixo, existe um problema estrutural que está afetando a todos, a taxa de juros alta.

         Empresas se endividam para pagar as contas, os trabalhadores se endividam para pagar as contas e o Estado se endivida para pagar as contas, todos estão operando no déficit estrutural, que promoverá a ruína de todos. A questão é, quando chegará a vez de cada um?

         Este é o resultado de uma história de endividamento, e se devemos julgar a árvore pelos frutos, esta é a árvore que está gerando os frutos. A conta do desiquilíbrio financeiro virá para pagar, e será a próxima geração que terá que lidar com este fardo. O legado deixado pela geração que esteve no poder desde a redemocratização é uma enorme dívida pública, que irá drenar o escasso recurso financeiro da educação, saúde, segurança e a previdência.

         O futuro da população idosa do Brasil será desafiador, onde não haverá recurso financeiro suficiente para amparar um período da vida que não é barato. Esta é uma questão central, que deveria estar no discurso, no debate dos presidenciáveis. O que é necessário fazer para equacionar o desafio da dívida pública do Brasil? A conta chegou, é para 2027, o país já não sobrevive a médio e longo prazo com uma taxa de juros tão elevada.

         Estamos diante de um horizonte complexo, a inflação pode voltar, o Estado pode dar o calote, a economia pode travar, pois a dívida das empresas, das famílias e do Estado já é insustentável a médio e longo prazo. A palavra-chave é RESPONSABILIDADE fiscal, esse é o caminho para o qual o futuro presidente do Brasil terá que conduzir o povo. Pensamos bem em quem iremos votar, o futuro do Brasil está em jogo e é uma questão de sobrevivência da própria nação. O voto de cada um pode ser decisivo na construção do futuro do país.



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