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segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Por uma Liderança mais Empreendedora !

 
         Estamos às vésperas de decidirmos que irá liderar o Brasil pelos próximos 4 anos, e fica uma pergunta:
         O que precisamos?
         Acredito que precisamos de um(a) “LIDER” menos político e mais empreendedor, que veja o Brasil como uma enorme empresa, que tem custos fixos, custos variáveis, custos financeiros e uma enorme receita via cobrança de impostos.
         Este “LIDER” tem que ser capaz de tornar o país viável para a maioria dos brasileiros, ser superavitário, controlar os próprios custos, e como a maior empresa empreendedora, ter a liderança na retomada do crescimento econômico.
         Uma outra pergunta:
         O que este “LIDER” empreendedor deve fazer?
         Tornar esta enorme empresa que se chama Brasil, uma empresa lucrativa, de ponta, aberta para a realização de novos negócios com os diversos países e empresas existentes no mundo. Treinar mais e melhor os seus funcionários via educação de qualidade, gerar mais postos de trabalhos via emprego, investir em pesquisa e desenvolvimento para se ter novas oportunidades de negócio, gerenciar de forma eficiente e eficaz os próprios custos, estabelecer mais parcerias estratégicas nos múltiplos segmentos de mercado, se tornar uma empresa atrativa para receber mais investimentos externos, construir uma imagem de vanguarda nas suas relações internacionais, estar antenado para as demandas do presente com impacto no futuro, como a economia verde, ou seja, precisamos de um(a) “LIDER” empreendedor, com o perfil de um empresário.
         Digo tudo isso, porque existe um modelo de gestão que foi um sucesso e serve como um caso de estudo para o Brasil.
         O ex-prefeito de Nova York Michael Bloomberg.
Fundador da empresa de comunicações que leva seu nome e lhe rendeu uma fortuna de 31 bilhões de dólares, o que faz dele o político mais rico do mundo, Bloomberg se tornou prefeito da cidade de Nova York em 2002.
Logo de cara, o bilionário enfrentou um grande desafio. Rudolph Giuliani tinha sido um prefeito carismático e popular. A cidade ainda estava em choque com os atentados terroristas de 11 de setembro. A dívida da prefeitura era alta.
Agora, 12 anos depois, Bloomberg deixa o City Hall nova iorquino no final de 2013. A expectativa é que a cidade eleja, no próximo 5 de novembro, o candidato democrata Bill de Blasio. Com um perfil quase oposto ao do atual prefeito bilionário, Blasio aparece nas pesquisas 45 pontos na frente do republicado Joe Lhota.
Legado:
Para os críticos, sua gestão foi marcada por uma administração intrometida demais na vida pessoal dos cidadãos e que criou uma série de medidas impopulares. Preocupado com a saúde de seus “filhos”, ele proibiu cigarro, refrigerante e até comidas com gorduras trans.
Uma das maiores polêmicas aconteceu em março de 2013 e envolveu a lei que proibia a venda de refrigerantes maiores que 473 mL em restaurantes, cinemas e outros estabelecimentos. Um dia antes da medida entrar em vigor, um juiz a definiu como inconstitucional e a vetou. Em junho, um novo tribunal ratificou a decisão.
Por outro lado, é inegável os avanços na economia e na educação nova-iorquina, por exemplo.
Nas finanças da cidade, ele encarou, em 2002, uma prefeitura com um déficit de quatro bilhões de dólares no orçamento e teve de demitir 20% do seu pessoal. Três mandatos depois, deixou o caixa 22,5 bilhões de dólares mais gordo. (EXAME.com)”
Eu gostaria de ter como presidente do Brasil um(a) “LIDER” que tenha o perfil de um empresário, menos político e mais executivo, que tenha a coragem de enfrentar as questões vitais do país, para torna-lo melhor, superavitário, capaz de andar com as próprias pernas, que enfrente a reforma política, reforma da previdência, reforma da educação, reforma tributária, revise a política internacional, a sua estratégia e posicionamento, revise as relações internacionais e o setor de comércio exterior. Que saiba explorar de forma racional e responsável as potencialidades do país. Que alinhe o país com o futuro que o espera, retome as iniciativas na construção de uma economia verde, que significa mais investimento em ciência e tecnologia, a retomada do programa de substituição em larga escala dos combustíveis veiculares derivados de petróleo por álcool.
O Brasil pode muito mais, para tal deve ser liderado por um(a) “LIDER” que acredita e faça com que o Brasil esteja na posição que lhe pertence. Temos recursos naturais, temos extensão territorial, temos uma bela população multirracial capaz de gerar demandas internas, estamos localizados em uma posição do globo terrestre sujeito a menos catástrofes naturais, temos uma elevada incidência de raios solares e ventos para construção de alternativas renováveis de energia, e temos muito mais, o que falta então?
Falta ATITUDE!!!
Por um(a) “LIDER” que tenha atitude... Assim venceremos!!! O Brasil vencerá, ou seja, o povo brasileiro vencerá!!! Para tal precisa ser um “EMPREENDEDOR”!!!
 
“A mente é como um paraquedas:
Só funciona quando aberta.”
(Lorde Thomas Dewar)

 

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