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terça-feira, 12 de agosto de 2014

A Consciência do Bem e do Mau !

         Para o Homem que quer ser justo, será que ao conhecer o bem, o Homem é capaz de rejeitar o mau e só fazer o bem?
O bem com o que é bom, que é benévolo, generoso, magnânimo, bondoso, que é eficiente, que cumpre seus deveres, que é autêntico, válido, legítimo, o que traz felicidade e mau como o que faz mal, que traz desventura, tristeza, que é contrário a moral, contrário a virtude, a justiça.
         Pode parecer ingênua essa pergunta, mas no mundo veloz, superficial, com um acesso a uma enorme fonte de informação na internet, o Homem contemporâneo relativiza o seu próprio comportamento e passa a banalizar o sentido e significado do mau presente na vida.
         Parece ser uma questão “ONTOESPITEMOLÓGICA”, o saber científico fundamentado no SER. O Homem para SER pleno deve caminhar para uma realização existencial no SER, só que no presente parece que está confuso.
         A fonte de sofrimento do Homem está na sua incapacidade de perceber e escolher o bem, por quê?
         A opressão existe quando há o opressor e o oprimido, e a maior opressão está na submissão da vontade e dos próprios atos ao mau. O que torna a vida em sociedade uma questão banal, os sonhos, os projetos rumos a edificação e a construção de uma sociedade justa e virtuosa torna-se uma utopia, ideal que é impossível realizar.
         Hoje estamos diante das eleições de nossos líderes políticos, pelo uso de nosso livre arbítrio, decisão que só depende da própria vontade, devemos escolher o bem, mas para tal, devemos procurar conhecer o bem, o que é o bem, onde pode se materializar.
         A política é um meio material que bem conduzida pode proporcionar uma vida justa e feliz, caso não estejamos conseguindo obter esse resultado é porque há algo de errado, o mau está atuante e presente, pois segundo:

“O mau é a ausência do bem!”
(Santo Agostinho de Hipona)
 
 
 
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