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domingo, 20 de fevereiro de 2022

Chegou a hora...

 


         O momento é agora, a campanha presidencial para a eleição do líder máximo do país vai começar, ou já “começou”. E a pergunta é: qual candidato será capaz de apresentar uma proposta de projeto de país que venha a melhorar a qualidade de vida do povo brasileiro?

         As demandas básicas são: renda, educação, saúde, segurança, moradia, lazer e meio ambiente. A renda passa pelo emprego e aumento da renda, a educação passa pela valorização do professor e melhoria da educação, a saúde passa pela melhoria do SUS, a segurança passa pela valorização das forças policiais e combate inteligente do crime, a moradia passa pela construção de moradias populares, o lazer passa pelo turismo e valorização da cultura e artes das diversas regiões do país, que apresenta um enorme potencial para o desenvolvimento e o crescimento da indústria do turismo e por último o meio ambiente passa pela preservação e crescimento sustentável, a partir de uma agricultura e pecuária diversa com base na ciência e infraestrutura tecnológica. Para isso o país necessita investir maciçamente em pesquisa apoiada pelos centros de pesquisa das universidades e seus institutos tecnológicos, além da EMBRAPA, EMATER e outros centros de pesquisa, sejam públicos ou privados.

         As questões são básicas e atingem a vida de toda população, o Brasil pode deixar de ser um país maravilhoso para viver e morar para apenas 10% da população e ser um país para 100% da população. Elaborar uma proposta política que implemente um projeto de país que mude a realidade atual exige muita coragem e visão de longo prazo. Se o país melhorar na base, também será melhor para que estiver no topo. O próximo presidente tem que ser um líder capaz de governar para todos e não apenas para uma pequena elite, a qual tem uma responsabilidade histórica pela atual situação do país. O estadista para o futuro pode deixar uma marca histórica no país.

         Chegou a hora... É o momento de se dar um basta, e a população deve eleger um líder que governe para todos. O ponto de equilíbrio deve ser determinado pelo povo, e este líder deve atender as demandas básicas. O futuro presidente do país será aquele capaz de fazer uma leitura histórica do país, perceber as carências e oportunidades e virar a página da história. O momento é um momento de virada, o Brasil pode ser um grande país se tiver a coragem de trilhar o caminho do desenvolvimento criado por si mesmo. Um país rico em recursos, e com uma enorme capacidade agrícola não pode ficar de joelho frente a sua própria realidade histórica, falta uma atitude patriótica por parte de nossas lideranças políticas.

         É a hora de surgir um líder visionário, capaz de mudar a história do país e criar todas as condições para melhoria da qualidade de vida de seu povo. Esta é a maior dívida história que o Brasil tem para com a sua população, um país rico que tem 70% da população subjugada pela atual condição econômica. É a hora da mudança.

         Chegou a hora...

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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2022

Não basta saber tem que comunicar com qualidade !


 

         O início do século XXI está marcado pelo acesso a informação, seja de massa ou até assuntos especializados, muitas coisas podem ser encontradas na internet. Só que tudo não é flores, existe um volume enorme de informação que podemos qualificar como “Fake News”, que distorcem a realidade, motivada por movimentos ideológicos políticos.

         O papel do comunicador se torna de extrema responsabilidade, ele tem que ser um profeta da verdade, que além de comunicar com clareza e veracidade, deve também esclarecer o leitor com simplicidade e objetividade. Assim, se faz uma comunicação de qualidade.

         O leitor sempre está em busca da verdade, do conhecimento transformacional, aquele capaz de influenciar a sua vida e assim mudar para melhor o seu comportamento e as suas atitudes.

         O escritor tem o potencial de ser um influenciador, por mais sutil que pareça, as pessoas que leem as suas palavras sempre assimilam conceitos e a informação. É como um alimento para alma, ao mesmo tempo solitária, mas também conectadas com todos que o rodeiam. É uma troca e comunhão de ideias, que sempre podem descortinar novas verdades.

         Eu me vejo como um escritor influenciador, o meu objetivo é fazer da escrita um canal de comunicação da verdade, com o propósito de transformar a vida do leitor. O tempo é único e a vida é curta, torná-lo útil para o leitor é como dar um sentido existencial para a vida. Está é uma das missões da minha vida, que assumo e me coloco a disposição para fazer a diferença na vida de quem estiver aberto para conhecer mais e se aproximar da verdade.

0:04 / 3:35 Mario Sergio Cortella - Qual é o seu propósito?



Como manter o foco e atingir seus objetivos? | Leandro Karnal



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sábado, 8 de janeiro de 2022

Liberais x comunitaristas e direita x esquerda uma escolha para se fazer na vida !


 

         O ano de 2022 é o ano da escolha, cada cidadão brasileiro deve tomar consciência do que é na sua essência. Não existe um certo ou um errado, mas uma tomada de consciência e o chamado para ter uma vida coerente com os valores e princípios que acredita.

         Muitas vezes, nós defendemos ideias em debates oficiais e não oficiais, mas nem sabemos qual é a gênese de nossos pensamentos. O que será apresentado aqui é uma síntese capaz de motivar a fazermos um estudo com maior profundidade.

         Todas as ideias têm uma origem, elas vão e vêm e existem para o nosso amadurecimento e evolução como pessoa humana. Podemos inicialmente sermos liberais, acreditarmos na direita, depois na esquerda e finalizarmos como comunitarista.

         Hoje, eu sou comunitarista, acredito que as ações de nossas vidas devem estar vinculadas com princípios que fundamentam a nossa forma de ser no mundo, ou seja, a Ética do bem comum. O debate democrático de ideias é saudável e progressista na medida em que se estuda todos os lados e se constrói uma síntese para atender a todos de forma equilibrada.

         O grande debate é a relação existente entre os empregadores e os trabalhadores, o Capital e o Trabalho. Os detentores dos meios de produção e a força de trabalho. Esse debate ocorre desde os tempos remotos da história humana, a partir da formação das primeiras comunidades sedentárias, as Cidades Estado. Sempre existiu quem produz a riqueza e quem administrava a riqueza e o grande debate é a forma de distribuição da riqueza produzida.

         As ideias que formaram as estruturas políticas, econômicas e sociais sempre passaram por transformações, em uma jornada dialética ao longo da história humana. E hoje, nós estamos diante de uma nova ideia, o Comunitarismo, que de novo é a sua forma de expressão, mas os seus fundamentos filosóficos remontam o auge da Grécia Antiga, que teve início com Péricles, “um célebre e influente estadista, orador e estratégico (general) da Grécia Antiga, um dos principais líderes democráticos de Atenas e a maior personalidade política do século V a.C. Viveu durante a Era de Ouro de Atenas — mais especificamente, durante o período entre as guerras Persas e Peloponésica. Péricles promoveu as artes e a literatura, num período em que Atenas tinha a reputação de ser o centro educacional e cultural do mundo da Grécia Antiga. Iniciou um ambicioso projeto que construiu a maior parte das estruturas que ainda existem na Acrópole de Atenas (incluindo o Partenon). Este projeto foi responsável por embelezar a cidade, exibir a sua glória e dar emprego à população. Péricles também estimulou a democracia ateniense”. [ Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.]

Todo o movimento político deste estadista influenciou a filosofia promovida por Sócrates, Platão e Aristóteles, que formou as bases do pensamento ocidental, juntamente com os princípios da ética e moral Judaico-cristã. De alguma forma, as principais ideologias do ocidente têm sua gênese a partir de todo este movimento histórico.

O Brasil é uma país aberto para o debate de novas ideias, sua população é diversa, capaz de pensar e fazer o novo. Eu defendo como o novo, o Comunitarismo, o que escolhi acreditar e viver politicamente. A mesma decisão pode ser tomada por cada um de nós, isso é viver a cidadania, fazer valer os direitos na medida em que cumpre os deveres e viver uma ética voltada para o bem comum. Como proposta, eu apresento o Liberais x comunitaristas e direita x esquerda uma escolha para se fazer na vida! A opção é de cada um... Pois defendo a liberdade e o debate democrático.

Liberais x comunitaristas e direita x esquerda uma escolha para se fazer na vida !



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quinta-feira, 6 de janeiro de 2022

O ano de 2022 é o ano do equilíbrio !

 


         O Brasil está diante da escolha de Sofia, “de se tomar uma decisão difícil sob pressão e enorme sacrifício pessoal e coletivo”, existem três entes da sociedade brasileira, o Estado, a iniciativa privada e os trabalhadores, que precisam se unir e defender um interesse em comum, o desenvolvimento sustentável de longo prazo.

         O que está sendo proposto não são sacrifícios, mas a criação de um plano estratégico com a participação de todos os entes da sociedade brasileira. É a realização de uma grande negociação, onde todos ganham, mas também contribui com o propósito maior, o desenvolvimento sustentável de longo prazo.

         A razão pela qual todos devem contribuir é que: o detentor do capital, o investidor precisa obter uma rentabilidade justa sobre o patrimônio para não perder o poder de compra ao longo do tempo. O trabalhador precisa encontrar oportunidades de trabalho para vender a sua força de trabalho por um valor justo, capaz de satisfazer as suas necessidades básicas para ter qualidade de vida. O Estado precisa recolher impostos para realizar as políticas publicas demandadas pela sociedade brasileira, de forma equilibrada e sustentável e não se tornar um ente solvente.

         Essa missão só pode ser cumprida por líderes políticos capazes de promover a união, que dialogue com os extremos e ao mesmo tempo seja capaz de reconhecer o valor de cada ente da sociedade. Embora, o Brasil apresente uma tendência para a polarização política, devemos acreditar em uma terceira via, a manifestação de uma via conciliadora, pragmática, capaz de transcender ideologias políticas, o objetivo é a obtenção de um resultado maior, o desenvolvimento sustentável de longo prazo.

         O objetivo de um Brasil maior tem que ser um tema presente em todas as rodas de conversa da sociedade brasileira, presente nas famílias, nas escolas, nas organizações empresariais, nos sindicatos e fazer parte de todos os trabalhadores. A construção de uma sociedade mais justa e próspera tem que ser uma missão e o propósito de vida de todo cidadão, exercer a cidadania não é apenas votar, mas é participar da construção do seu país. Por isso, o debate sobre o desenvolvimento sustentável de longo prazo não se faz somente com os economistas, mas com toda sociedade brasileira, todos têm algo a contribuir que pode abrir uma porta e janela para um futuro melhor repleto de esperança. Vamos fazer parte deste futuro????

Eduardo Gianetti: valores em crise !



Mix - Fronteiras do Pensamento !



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sábado, 1 de janeiro de 2022

Uma política econômica para 2023 !



         O ano de 2022 começa e promete ser quente, pois haverá eleição para definir o líder máximo do poder executivo da nação brasileira. O período de campanha eleitoral será um momento importante para refletir e fazer um debate construtivo na direção da promoção de uma política econômica a partir de 2023.

         O debate tem que ser amplo e democrático, a sociedade na sua totalidade deve participar, o setor público e privado, os políticos, os empresários, os trabalhadores, a juventude estudantil, as famílias brasileiras. O Brasil a ser idealizado é para o presente e as futuras gerações.

         O mundo acadêmico tem muito a contribuir, os professores e pesquisadores das múltiplas áreas do saber podem fazer um debate multidisciplinar com o objetivo de apontar um caminho, auxiliar na formulação de políticas públicas e apresentar projetos para a inserção do Brasil como um dos líderes da economia “VERDE”.

         Os meios de comunicação tradicionais, as mídias oficiais comprometidas com a verdade, as ciências têm um papel e função importante. A missão é informar e de certa maneira educar a população de forma democrática, diversa, multidisciplinar, fundamentada na verdade com o objetivo de promover o desenvolvimento sustentável e a defesa da vida no planeta.

         O tema mais importante a ser debatido em 2022 é o desenvolvimento econômico rumo a uma economia “VERDE”. As restrições e os desafios não são problemas, mas é a grande oportunidade do Brasil, para um país que tem todos os atributos naturais para liderar a nora era da humanidade.

         As grandes mudanças que a humanidade passou na sua história foram pelas formas de transformação dos meios de produção e criação de valor. O que fez a humanidade deixar de ser nômade para ser sedentária, o surgimento das pequenas comunidades, vilas, cidades estado, reinos e impérios, para formar posteriormente países, passaram por grandes transformações econômicas apoiadas pelos modelos políticos.

         A política é muito importante por dar sustentação, apoio e direcionar a economia de um país. A imprensa tem um papel e uma missão de esclarecer e de certa forma educar a população. A informação baseada na verdade é um instrumento para sustentar a democracia. O modelo político até então mais justo e capaz de preservar a liberdade coletiva e individual.

         O ano de 2022 é a oportunidade de exercício da cidadania coletiva e individual, todo cidadão brasileiro tem o dever e o compromisso de debater sobre o futuro do país nos diversos fóruns sociais, sejam formais ou informais, nos bares, nos botecos, nas praças e em suas casas. A formulação de um projeto de país, da criação de uma política econômica “VERDE”, do desenvolvimento econômico sustentável com a criação de novas empresas e mais empregos, o desenvolvimento sustentável e perene. O futuro líder máximo do poder executivo do país tem que ser democrático e comprometido com a inserção do país como um dos líderes da economia “VERDE”, o que exigirá uma forma visionária e criativa de ver o futuro.

         A base para tornar o ideal uma realidade passa pela infraestrutura científica e tecnológica. O negacionismo científico não pode fazer parte da visão de mundo do futuro líder. O Brasil tem todos os atributos e meios para ser um grande país, só precisa de um grande líder, estadista, capaz de unificar e agregar as forças da sociedade rumo ao desenvolvimento e a prosperidade.

O ano de 2022 começou e representa a oportunidade de um grande debate nacional promovido pela imprensa oficial e os meios de comunicação. É a oportunidade do Brasil de subir no trem da história, não podemos jogar o nosso futuro na lata de lixo.

Como o Brasil chega para 2023 com a política econômica de Bolsonaro? Felipe Salto responde



Roda Viva | Felipe Salto | 13/12/2021



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sexta-feira, 31 de dezembro de 2021

Um momento para pensar sobre “Os Limites do Crescimento”!


 

         Estamos na segunda década do terceiro milênio e a sociedade capitalista está diante do desafio de sua continuidade como espécie na Terra. O crescimento fundado sobre os atuais padrões sociais, ambientais e culturais demonstra ser insustentável e incompatível com a vida.

         Todos nós já sabemos o que não devemos fazer, mas não sabemos o que fazer para que as nações continuem crescendo economicamente, gere emprego e distribua a renda para a manutenção da vida de forma sustentável.

         O desafio está colocado a nossa frente, é um tema que merece ser pesquisado pelas diversas áreas do saber, como: economia, administração, engenharia, política, religião, filosofia, geografia, história, sociologia, física, química e biologia.

         O enfrentamento de tamanho desafio necessita da ajuda das principais áreas do saber. Não existe uma solução única e universal, mas a criação de inúmeras frentes de trabalho e a ação coordenada para transformação do modo de ser da sociedade. Para a satisfação das necessidades da população do planeta, como: a renda, o consumo, o crescimento, a ocupação do espaço geográfico, a estrutura política e econômica são temas que devem ser tratados de forma transversal e aberta a múltiplas visões para a compreensão do problema, que é: A continuidade sustentável da vida, a aceitação de que o desafio é real, a elaboração de um plano estratégico para superação e a ação prática.

         Existe uma pergunta a ser respondida: É um custo ou um investimento? A construção das condições materiais para ter qualidade de vida e permanecer vivo. Como cada país pode se posicionar nos próximos anos, podemos acreditar e contar com o apoio das ciências?

         Para soluções complexas podemos dar soluções simples que faça parte do dia a dia das pessoas. O momento atual nos fornece uma infraestrutura científica tecnológica que pode fazer a diferença. O investimento em soluções necessárias pode promover o crescimento econômico e a geração de novos e diversos empregos e renda. Resolver o nosso maior problema poder vir a ser a nossa maior oportunidade, que permita a transformação do modo de ser da sociedade contemporânea.

         A organização social que terá um futuro e longevidade é aquela que estiver alinhada para promover as soluções dos problemas presentes no início deste terceiro milênio. O segredo está em como a sociedade irá se posicionar.

         Referência bibliográfica:

MEADOWS, Donella H. Limites do crescimento : a atualização de 30 anos / Donella Meadows, Jorgen Randers, Dennis Meadows. – Rio de Janeiro : Qualitymark, 2007.

sábado, 23 de outubro de 2021

A Verdade Inconveniente !

 


         A realidade da economia “VERDE”,  da responsabilidade “SOCIAL”,  e da gestão responsável “GEVERNANÇA” já é o presente que irá construir o futuro e está manifestada na sigla ESG - environmental, social and governance. A organização empresarial que não tiver em seu DNA estes princípios, não tem futuro, está sujeita a desaparecer na história.

         Caso ainda exista investidores que não acreditem nesta tese, vou fazer uma comparação com:

“A Companhia das Índias Orientais (EIC), também conhecido como a Honorável Companhia das Índias Orientais (HEIC) ou a Companhia Britânica das Índias Orientais e informalmente como John Company,[1] foi uma companhia inglesa e mais tarde britânica,[2] que foi formada para prosseguir o comércio com as Índias Orientais, mas acabou por negociar principalmente com o subcontinente indiano e a China Qing.” [...] “Em 1803, no auge de seu governo na Índia, a Companhia Britânica das Índias Orientais tinha um exército particular de cerca de 260 mil—duas vezes o tamanho do exército britânico, com receitas indianas de 13 464 561 libras e despesas de 14 017 473 libras.[9][10] A empresa acabou por dominar grandes áreas da Índia com seus próprios exércitos privados, exercendo o poder militar e assumindo funções administrativas.[11] Regra da companhia na Índia efetivamente começou em 1757 e durou até 1858, quando, após a Rebelião Indiana de 1857, a Lei 1 858 do Governo da Índia levou a Coroa Britânica à assumir o controle direto da Índia sob a forma do novo Raj Britânico.” (Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.)

         Uma importante cooperação britânica teve todo esse poder e influência, mas não sobreviveu ao tempo. Assim, ocorrerá com inúmeras grandes corporações empresariais que não souberem ler os sinais do presente, que apontam para uma tendência futura.

         O tempo é implacável, um outro exemplo é o setor da indústria automobilística, que está em uma fase de transição e terá que se integrar a economia “VERDE” para sobreviver e fazer parte do futuro da humanidade, vejamos a reportagem:

“Setor automotivo precisará quebrar paradigmas para ter papel relevante na economia verde: A indústria automotiva brasileira pode se renovar e cumprir papel importante na transição para uma economia verde – o caminho cada vez mais adotado por mercados mundo afora na retomada da crise causada pela pandemia de Covid-19. A mudança, no entanto, não será no curto prazo e dependerá de uma série de fatores como a inclusão da agenda ambiental como norteadora de decisões futuras, alterações na configuração da matriz energética e maior participação da sociedade civil nos processos decisórios.” (WRIBRASIL)

         A realidade é complexa, a organização empresarial que tem os seus princípios e modo de ser vinculado com o passado não existirá no futuro. Esse é um questionamento que o investidor deve fazer ao colocar seu suado dinheiro em um projeto econômico.

         O Brasil é um país que tem todas as qualidades e atributos naturais que o coloca como um dos líderes da economia “VERDE”, o problema que vivemos é a falta de capacidade de compreensão deste cenário por parte de nessas lideranças políticas, existe uma tendência para a defesa do negacionismo científico. Só que a realidade, a verdade prevalecerá, o futuro é “VERDE”, “SUSTENTÁVEL”, ‘RESPONSÁVEL” e “ECOLÓGICO”. Estes são os princípios que formam o paradigma da economia do futuro.

         O Brasil poderá ter organizações empresariais que sobrevivam ao momento de transição, como poderá não ter. O papel do Estado é sinalizar o futuro e criar políticas públicas que auxiliem as organizações empresariais e a sociedade para fazerem a transição e constitua uma economia “VERDE”.

         O líder do futuro será capaz de fazer a adequada leitura do presente e possibilitar a transformação necessária para a economia “VERDE”. Infelizmente não é possível encontrar esta qualidade no atual líder político do Brasil, o que se faz necessária uma mudança de liderança para o Brasil ocupar a posição que lhe cabe no mundo. O que iria transformar a sociedade e modernizar toda sua infraestrutura econômica.

         Acredito que este seja um tema relevante a ser discutido no ano de 2022, onde será eleito o novo líder político do Brasil. Este líder tem que ter uma visão de futuro, que veja as oportunidades históricas e tenha como prioridade colocar o Brasil como uma das lideranças da economia “VERDE”.

         A história é implacável, quando uma tendência se manifesta de forma verdadeira amparada pelas ciências não há como negar, a melhor estratégia é assumir a verdade e fazer a transformação necessária para poder sobreviver a realidade que está sendo imposta pela história. Contra o futuro não há presente que sobreviva.

         Fonte:

- WIKIPÉDIA, a enciclopédia livre. Companhia Britânica das Índias Orientais. Publicado em junho de 2020. Disponível em: < https://pt.wikipedia.org/wiki/Companhia_Brit%C3%A2nica_das_%C3%8Dndias_Orientais > Acesso em 23/10/2021.

- WRI BRASIL: Setor automotivo precisará quebrar paradigmas para ter papel relevante na economia verde. Publicado em 13/10/2020. Disponível em: < https://wribrasil.org.br/pt/blog/setor-automotivo-precisara-quebrar-paradigmas-para-ter-papel-relevante-na-economia-verde > Acesso em 23/01/2021.

A economia verde e o "falso" dilema entre proteger o planeta e gerar renda | Futurando (05/08/20)



CN | Economia Verde !



Avanços da Economia Verde no Brasil e seu papel no uso sustentável dos recursos naturais



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