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segunda-feira, 13 de setembro de 2021

Qual a missão do Leigo na Igreja Católica ?

 


A missão do Leigo Cristão Católico é ser santo, alcançar a quinta morada que está destinada a todos nós pela vontade de Deus, ter a contemplação infusa da verdade sob duas luzes:

1 – A luz natural da razão.

2 – A luz sobrenatural da Graça Divina.

Vivemos em um mundo majoritariamente pagão, que só tem acesso a luz natural da razão e estão impedidos de ter acesso a luz sobrenatural da Graça Divina.

O caminho para receber a luz sobrenatural da Graça Divina é estar em estado de Graça perante o Deus verdadeiro, O Deus Abraão, Isaac e Jacó, que se revelou em Jesus Cristo, nascido para o mundo por Maria Santíssima, o qual trouxe a salvação para todos os seres humanos.

Estar em estado de Graça com Deus é ser batizado, comungar semanalmente, confessar periodicamente, viver os sacramentos e ter uma vida de oração na fé Cristã Católica.

Assim, o homem está preparado para buscar e ver a Verdade que está em Deus nas pessoas de Deus Pai, Filho e Espírito Santo criando a possibilidade de se alcançar a quinta morada de santidade e ser um instrumento para salvar muitas almas para Deus.

Alcançar a santidade é possível, só temos que estudar e ter uma vida espiritual. A missão do leigo na Igreja Católica é assumir a vocação de santidade, de lucidez, ser um farol para o mundo pagão imerso nas trevas, no obscurantismo rumo a perdição da vida eterna.

Este é o convite, ser um Santo lúcido e capaz de influenciar pessoas para uma vida virtuosa e santa.

NOSSA MISSAO É EVANGELIZAR - PE PAULO RICARDO

Escola da Fé - A missão da igreja: Evangelizar (09/05/19)



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quarta-feira, 21 de julho de 2021

O Profissional do século XXI !


O maior desafio do século XXI está no mercado de trabalho, onde a tecnologia irá trazer inúmeros desafios, mas também grandes possibilidades. O profissional do século XXI é aquele que tem a sensibilidade para perceber as tendências e é capaz de atuar de forma original e pioneira. A empresa que irá se tornar líder, será aquela que for liderada por este perfil de profissional.

O perfil deste tipo de profissional não nasce pronto, precisa ser formado, treinado para que as suas competências e habilidades inatas se manifestem. O ser humano é singular na sua forma de ser no espaço e no tempo. Todos nós temos a possibilidade de criar o inesperado, novos caminhos para o enfrentamento dos desafios.

A resiliência, a perseverança, a criatividade e a originalidade são atributos que devem estar presentes no profissional do século XXI. O caminho para o desenvolvimento sustentável, ecologicamente responsável representa uma mudança de paradigma para as organizações, que exige uma capacidade de mudança e adaptação.

O cenário que está a nossa frente demonstra a importância da educação continuada, ou seja, organizações voltadas para a formação, treinamento e educação têm um papel importante e contribui com o desenvolvimento e a evolução da humanidade. Esta atividade é muito importante e representa o meio para atingir o fim maior, que é a formação de profissionais e líderes de organizações que estarão integradas com o século XXI.

Cada pessoa tem que ter claro para si a sua missão e o seu propósito de vida. A minha missão é ajudar as pessoas a se inserirem no mundo tecnológico da economia verde e o meu propósito de vida é viver em um mundo sustentável e ecologicamente responsável.

O caminho para a realização da minha missão e a realização do meu propósito de vida se manifesta na defesa de um conjunto de ideias, capazes de influenciar as pessoas, mesmo que causem rupturas, mas amplia a visão de mundo e nos faz caminhar terras por serem descobertos.

As competências e habilidades estão voltadas para este fim, nada é inútil ou infrutífero, mas instrumentos, meios para transformação da vida. Ser um agente transformador não é tem limite, tempo e nem idade, é apenas um compromisso com a vida, que pode ser melhor e mais próspera.

O sentido revolucionário é transformacional, onde a diversidade se manifesta de forma pacífica, a tolerância e o respeito são valores que produzam uma sociedade democrática e livre. E é o uso do livre arbítrio que possibilitará um passo rumo a um futuro que faça sentido para a vida.

O difícil é fazer boas escolhas, e a jornada de uma forma ou outra deve iniciar como acertos e erros, se a missão e o propósito forem do bem os frutos também serão. E se podemos fazer algo, é começarmos a plantar boas ideias que gerem boas ações. Não há bons frutos, que não venha de boas ações, que nasceram a partir de boas ideias.

Todos nós podemos iniciar este movimento, vamos juntos rumo ao que tem de melhor!!!

Mario Sergio Cortella - O Tempo E A Vida


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segunda-feira, 5 de julho de 2021

A economia do século XXI à luz da bioética de Van Rensselaer Potter !


A microeconomia tem muito a colaborar para a transformação da macroeconomia, as organizações empresariais estão se convertendo para práticas de “Negócios Sustentáveis”: ESG na prática. Environmental, social and governance, ou seja, é uma forma de integrar fatores sociais, ambientais e governança.

A questão é: O mundo corporativo sabe o que fazer para inserir a organização no século XXI, mas a dúvida está em como fazer. É preciso fazer a travessia de uma margem do rio, para a outra margem do rio. Para a organização ideológica das políticas das boas práticas de uma organização empresarial, sugiro a assimilação das ideias presentes na Bioética.

O bioeticista recomendado é o Van Rensselaer Potter, representa uma fala que apresenta possibilidades e alternativas para o enfretamento da crise ecológica, que ameaça a vida futura da humanidade no planeta e ao fornecer uma perspectiva cósmico-ecológica para o futuro, evidencia a necessidade de uma profunda mudança no estilo de vida da humanidade.

O Brasil é um país, que pode naturalmente fazer parte dos líderes que irão transformar a economia mundial, e conduzir os liderados a um futuro mais equilibrado e sustentável. O país tem os atributos naturais, mas terá que fazer uma revolução na condução da sua economia e na criação, implementação e gestão de suas políticas públicas.

O que vemos hoje na condução da economia brasileira é uma falta de criatividade, estamos estagnados, presos em princípios e valores do século passado, e não projetamos o Brasil para o futuro. A velha geração que ainda está no poder tem uma enorme resistência para a mudança estrutural, que virá de alguma forma, nem que seja na geração futura.

Para que as organizações empresariais criem “Negócios Sustentáveis” para o século XXI, ESG - Environmental, social and governance na prática é a estratégia mais segura de integrar fatores sociais, ambientais e governança. Para que o país se modernize, é necessário que haja um alinhamento da macroeconomia que a microeconomia, esta talvez seja uma das grandes novidades do início do século XXI.

As ideias que podem auxiliar em como fazer esta transposição estão presentes na bioética de Potter, tecnicamente ela atende fatores sociais e ambientais, e para atender a governança, o país tem que investir maciçamente em pesquisa, para a construção de uma infraestrutura científica tecnológica capaz de gerar um aumento de produtividade, aumento da renda e melhoria das condições de vida.

A oportunidade do futuro é esta, se pudermos ter esperança para o futuro, temos que por a mão na maça, neste momento temos de integrar as ciências humanas, com a ciências sociais e as ciências exatas. A filosofia que sempre pareceu ser uma disciplina exótica, tem muito a contribuir através da bioética, e para refletirmos de forma organizada e sistemática, existe a perspectiva do bioeticista Van Rensselaer Potter. Que pode orientar as boas práticas necessárias para a macroeconomia e microeconomia do Brasil.

A esperança é que o novo sempre vence, mesmo que a velha geração não seja capaz de compreender e aceitar as ideias deste pesquisador, a novas gerações serão capazes, pois o novo já está posto, o que falta é a nova geração chegar no poder.

"Peço a vocês que pensem na bioética como uma nova ciência ética que combina humildade, responsabilidade e uma competência interdisciplinar e intercultural, que potencializa o senso da humanidade."

(Van Rensselaer Potter)

"[...] necessitamos de uma bioética política com um sentido de urgência [...] A ação política para a sobrevivência social a longo prazo constitui um mandamento bioético [...] Necessitamos de ação política. Necessitamos exigir que nossa liderança alcance uma bioética global humanizada e orientada para sustentabilidade de longo prazo."

(Van Rensselaer Potter)

"É inconcebível para mim que uma relação ética com a terra possa existir sem amor, respeito e admiração pela terra e uma grande consideração pelo seu valor [...] A ética da terra muda o papel do Homo sapiens de conquistador da terra-comunidade para membro simples e cidadão dela."

(Aldo Leopold)


BIOETICA VAN RENSSELAER POTTER



A bioética de Van Rensselaer Potter: 50 anos depois


Bioética: introdução e nascimento



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terça-feira, 29 de junho de 2021

A Força da Renda do Trabalhador Brasileiro !

 


         A política econômica brasileira não valoriza a força da renda do trabalhador brasileiro. Sem uma política salarial que reponha a perda inflacionária e até promova o aumento da renda do trabalhador, o Brasil passe a conviver com uma crise econômica estrutural.

         A inflação real dos alimentos e o aumento do custo de vida está muito acima dos índices oficiais do governo. É uma situação complexa que desenha um futuro instável, de baixo consumo, queda na produção de bens e serviços e uma menor arrecadação de impostos pelo Estado. É a instauração de uma crise estrutural na economia, ou seja, causada pela baixa demanda ou incapacidade de consumo.

         Os exemplos mais evidentes são: a situação de dois setores importantes, a indústria automobilística e a construção civil do Brasil, onde o preço avista de um carro básico está acima de R$50.000,00, o que gera uma prestação de R$1.660,72 em 36 meses com juros de 1%a.m. e uma prestação mensal de R$2.161,00 de um financiamento de uma casa própria em 30 anos com juros de 5%a.a. pelo preço avista de R$180.000,00. Os valores das duas prestações estão acima do valor de um salário-mínimo no Brasil. Tal análise pode parecer uma falácia, mas os anos de maior consumo, aumento da produção e desempenho da indústria e do setor de serviços foram os momentos históricos em que apresentaram um maior poder de compra do salário-mínimo. O que confirma a tese de que o aumento da renda e do poder de compra do trabalhador, possibilita o crescimento da economia brasileira.

         Caso não haja uma recomposição da renda do trabalhador, a economia do Brasil vai implodir por dentro, ou seja, o PIB – Produto Interno Bruto gerado será insuficiente para atender as necessidades da população brasileira. Está na hora dos economistas reverem o princípio e o valor da renda do trabalhador brasileiro, entender que não é a causa do baixo desempenho da economia, mas a solução para promover o crescimento sustentável da economia, na medida em que a produção de bens e serviços atendam a demanda da população a um preço justo.

         O Brasil pode estar às vésperas de um longo inverno, a década de 20 nos anos 2.000 pode ser uma década perdido, como foi a década de 80 nos anos 1.900. Hoje, a população convive com uma inflação real que está corroendo a renda, minimizando o poder de compra do trabalhador, diminuído o potencial de demanda e consequentemente a geração de riqueza.

         As empresas privadas podem fazer as contas, o valor em reais das vendas cresceu, mas a venda de bens e serviços em grande parte não aumentou. O que existe é a uma inflação, que destorce o crescimento do valor faturado e da arrecadação de impostos. O momento inflacionário é o maior mau que pauperiza a população brasileira.

         O governo atual demonstra ser incapaz de apresentar uma política pública de enfrentamento da perda de renda e poder de compra do salário do trabalhador brasileiro. Sem grandes e novas ideias, o país segue engessado rumo a um futuro incerto. Sem uma solução no horizonte, a vida do brasileiro torna-se um peso, a luta pela sobrevivência torna-se árdua e os problemas do presente insolúveis. Esta é a dura realidade que a população brasileira tem que assimilar e aprender conviver, pois não há um governo capaz de criar políticas públicas que promovam a melhoria da qualidade de vida. A solução continua sendo o aumento da renda do trabalhador brasileiro.

Crescimento e Desenvolvimento econômico!


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domingo, 25 de abril de 2021

Para entender a Revolução Tecnológica do Século XXI precisamos mudar o “MIND SET” !

 


         O Brasil pode voltar a crescer e se desenvolver se fizer uma profunda imersão no mundo científico tecnológico, uma profunda revolução pode ocorrer nos três principais setores da economia, o agronegócio, a indústria e o setor de serviços.

         O país tem uma vocação natural para se tornar um fornecedor de alimentos para o mundo, e a qualidade e o valor agregado pode ser incorporado para ao produto, provocando a geração de emprego e a distribuição de renda.

         A indústria pode ser o setor que venha a fornecer a infraestrutura tecnológica para a inovação, em conjunto com os centros de pesquisa e toda comunidade acadêmica vinculada a pesquisa e ao desenvolvimento.

         O setor de serviços pode ser o setor que agregue o valor incremental, orientando e auxiliando o bom funcionamento dos grandes centros urbanos, onde se localizam os mercados consumidores dos produtos do agronegócio.

         Todo este potencial de desenvolvimento pode se materializar e ter um grande valor agregado na medida em que esteja comprometido com a agenda “VERDE” de desenvolvimento econômico do século XXI.

         Estamos no limiar da 4ª revolução industrial e o país que apresentar uma metodologia que conduza os outros países ao desenvolvimento social estará liderando e servirá de modelo para os demais, impactará não só a economia, mas também a sociedade, a política, a filosofia, a cultura e a ciência.

         O Brasil tem uma grande oportunidade histórica, só que antes, os empreendedores brasileiros têm que mudar o seu “MIND SET”, sofrerem uma revolução de mentalidade, cultura, e passar a enxergar o que está para além do curto horizonte. O futuro é

         Um exemplo de mudança de mentalidade, a descoberta de uma nova forma de trabalho e relação com o meio ambiente, provando que é possível aliar o desenvolvimento com a geração de emprego e a preservação do meio ambiente. O caminho seguro, que agrega valor e proporciona longevidade para o empreendimento econômico. Em uma reportagem da National Geographic por Vinícius Fontana, publicada em 27 de março de 2019. foi apresentado: “Agricultores japoneses prosperam na Amazônia recriando a diversidade de culturas da floresta. Há quase um século no interior do Pará, comunidade de asiáticos e descendentes desenvolveram modelo agrossustentável em que mata nativa convive harmonicamente com pimenteiras, cacaueiros e açaizeiros, entre outras espécies”. Um modelo de negócio que gera mais de 10.000 empregos diretos e indiretos e fixa o homem no campo, ocupando o território. Imagina, se houvesse uma política pública de Estado para o fomento de novos projetos em outras localidades do Brasil, com o apoio financeiro e científico-tecnológico capaz de provocar o desenvolvimento regional e a preservação do meio ambiente.

         Segundo o historiador inglês Ian Morris, as causas que levaram o ocidente dominar o mundo a partir da revolução industrial estão descritas em seus dois livros: Why the West Rules – For Now (Por que o Ocidente domina o mundo), onde demonstra o desenvolvimento social causado pro diversas invensões e The Measure of Civilization: How Social Development Decides the Fate of Nations (A Medida da Civilização: como o desenvolvimento social define o destino das nações), onde a metodologia é apresentada em detalhes.

         A base de todo o desenvolvimento está na inovação tecnológica através de uma infraestrutura científica tecnológica. Esta é a grande locomotiva da história no século XXI que o Brasil não pode perder. Se formos falar de planejamento estratégico para o Brasil no curto, médio e longo prazo, o investimento em ciência e tecnologia é prioridade, que deve ser entendido como uma política pública de Estado, comprometida com desenvolvimento da nação, do seu povo, em todos os seus aspectos: social, político, filosófico, cultural e científico. Este é o caminho seguro para o país poder superar os seus desafios sociais e econômicos.

         Fonte:

National Geographic

Cacau de Tomé-Açú - Indicação Geográfica

O Cacau no Pará


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sábado, 24 de abril de 2021

O século 21 será chinês ?

 


       A China adota uma política autoritária de um único partido e uma abertura econômica para o capitalismo de Estado, onde toda atividade econômica tem que ter a chancela do Estado para existir, ou seja, o mercado não é livre, ele é monitorado e controlado pelo Estado. A questão é: O que é melhor para a sociedade? Em termos de resultado efetivo, a China cresce initerruptamente desde dos anos 80, a ponto de se tornar a 2ª maior potência econômica e prestes a superar os Estados Unidos e se tornar a 1ª maior potência econômica no século XXI. A China ainda tem enormes desafios sociais a superar, mas já tirou da pobreza mais de 300 milhões de habitantes, está consolidando a formação de uma robusta classe média que forma o seu mercado interno, e graças ao seu baixo custo fabril, a China também atende o mercado externo. É um conjunto de fatores que permite a expansão da indústria de forma permanente e sustentável. Já o ocidente vem perdendo o seu dinamismo econômico, a maioria dos países teve um baixo crescimento econômico nestes últimos 40 anos, se compararmos com a China. O que de certa forma contribui para a instalação de uma crise democrática e econômica. Pois, as lideranças políticas do ocidente não conseguiram conduzir os países que lideram na direção do crescimento econômico sustentável, que gere emprego e renda para as suas populações. É como se o ocidente venha perdendo a capacidade de liderar as nações em direção do bem-estar e da felicidade. Neste sentido a China parece estar pavimentando a sua estrada rumo a prosperidade, o que faz a sua população na maioria se subordinar ao seu regime político. Pois, existe uma questão em aberto: o que vale a liberdade se não houver dinheiro para comprar pão. O ocidente vem vivendo nos últimos 40 anos, um processo de desindustrialização, perda de Know-how, competitividade e inovação. Por isso as economias nestes países crescem a níveis insuficientes para atender as demandas de suas populações.

         Além de fábrica do mundo, a China está se tornando um banco do mundo, ela hoje tem capacidade financeira para financiar projetos em diversas partes do mundo, a ponto de superar a liderança dos Estados Unidos. Segundo José Eustáquio Diniz Alves, “O modelo econômico e político do liberalismo democrático burguês está em vistas de ser superado pelo modelo de propriedade estatal, câmbio competitivo, políticas de promoção a exportação, proteção a indústria local e proteção dos setores estratégicos do país, reformas de mercado, controle de instituições políticas e culturais, centralização das decisões políticas e das estratégias de projeção nacional”. Ou seja, com a ascensão de China neste século, o ocidente pode vir a sofrer uma enorme mudança ao longo do século XXI para poder sobreviver. É uma realidade que está se imponto pelos fatos, mais que uma ideologia, uma opção política, a China tem mais acertado do que errado nos últimos 40 anos. A decisão de abertura Econômica da China (República Popular da China) que começou em 1976 quando Mao Tse-Tung morreu e Deng Xiaoping conquistou o poder político, foi uma decisão certeira. Mas tenhamos em mente que o sucesso Chinês acontece porque o Estado lidera um planejamento de curto, médio e longo prazo, sabendo de forma muito clara onde se quer chegar.

         O exemplo Chinês tem muito o que ensinar para o Brasil, as causas do nosso subdesenvolvimento têm as suas gêneses nas políticas públicas adotadas pelos nossos líderes políticos, não são processos contínuos com metas de curto, médio e longo prazo. Falta uma política de Estado voltada para o desenvolvimento do país. Nos último 30 anos, após a redemocratização, existiram políticas públicas de governo, muitas vezes antagônicas, o que fez o país avançar e retroceder ao longo deste tempo. Ao ponto de mergulhar o país em uma crise econômica estrutural, sem fácil solução, pois ao longo deste tempo, os equívocos políticos do Brasil só fizeram arruinar o patrimônio econômico do Brasil. Hoje, o Brasil tem uma elevada taxa de desemprego, uma crise econômica estrutural, sem política industrial, sem foco no futuro, incapaz de valorizar o seu meio ambiente, e pouquíssimo para não dizer nenhum incentivo a ciência e tecnologia. Além disso, uma liderança política que não compreende o papel do Estado, que acredita que o país está preparado para ser economicamente liberal, esquecendo os motivos que provocam a necessidade de políticas de proteção a indústria nacional. Se continuarmos nesta direção, estaremos fadados ao insucesso e mediocridade econômica, incapazes de superar os nossos desafios sociais. O Brasil será um país sem futuro para a sua população, por não saber para onde ir. E mesmo que a China faça alianças com o Brasil e incentive projetos econômicos, para que tenhamos sucesso, o país terá que mudar a sua forma de ser governado. As nossas lideranças políticas terão que criar políticas de Estado, com metas de curto, médio e longo prazo, sabendo de demonstrando onde se quer chegar e o que quer ser no século XXI. É esta resposta estratégica para o mundo que o Brasil não está dando para os investidores estrangeiros. Como modelo de negócio de sucesso, o século 21 será chinês.

Aula Pública - Economia Chinesa 1/2



Aula Pública - Economia Chinesa 2/2



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terça-feira, 20 de abril de 2021

O Século da Ciência e Tecnologia no Brasil !


 

         A Ciência e Tecnologia no Brasil é tratada de forma ambígua, existe uma relação de amor ódio entre o Estado e a comunidade científica. O pensamento e a forma de ser obscurantista remete a um atraso de séculos atrás. A atitude negacionista da ciência mistura-se com um movimento fundamentalista e intencional, como se fosse possível distorcer a verdade e convencer a comunidade científica.

         O Brasil é um país que tem uma excelente oportunidade histórica, a maior parte de seus problemas podem ser resolvidos que o emprego da ciência e tecnologia, em parceria com o Estado e a iniciativa privada. Neste sentido não há antagonismo entre o Estado e o mercado, mas uma ação complementar a outra, o Estado pode dar o impulso ao desenvolvimento científico tecnológico e o mercado pode ampliar o investimento, gerando novos negócios e novos empregos de qualidade.

         A comunidade científica cabe a organização, divulgação e a realização de parcerias. A pandemia da COVID-19 descortinou esta possibilidade, o Brasil demonstrou ter cientistas de ponta, com capacidade para criar soluções para os problemas nacionais, capazes de gerar renda e bem-estar social.

         A comunidade científica não pode esperar, tem que se unir, se movimentar, mostrar seus feitos, as possibilidades e apresentar projetos par a iniciativa privada. Um país como o Brasil, repleto de riquezas a serem mais bem trabalhada e dinamizada para a geração de renda e crescimento da economia. Hoje, o país já tem massa crítica suficiente para criar uma onda capaz de atrair empreendedores e fazer o país dar um salto na sua evolução tecnológica.

         O Bioma da Amazônia é a área que mais desperta cobiça, seja pelos bons empreendedores, como pelos maus empreendedores, é um universo a ser descoberto por dentro, com possibilidades ocultas. A construção e a implementação da infraestrutura científica tecnológica no Bioma da Amazônia pode ser um grande vetor de desenvolvimento sustentável do Brasil. Empresas privadas, institutos de pesquisa estrangeiros e nacionais e até o Estado têm interesse em implementar políticas que possibilitem o desenvolvimento da região de forma sustentável.

         Essa é a hora, chegou o momento da comunidade científica do Brasil assumir o protagonismo do desenvolvimento sustentável do país. “Quem sabe faz a hora, não espera acontecer”. (Geraldo Vandré)

Simone - Pra não dizer que não falei das flores (Caminhando e cantando)


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