Páginas

domingo, 1 de março de 2015

O Papel do Educador no Brasil !

 
Ao Realizarmos uma reflexão sobre o motivo pelo qual o professor estuda a disciplina didática, concluímos que é para o desenvolvimento da capacidade de questionamento, pois tem a necessidade de uma visão ampla e profunda de sua atividade.

         Devemos realizar as seguintes perguntas para o professor:

         Para que tipo de ensino?

O que torna um professor especial?

O que faz um docente ser lembrado com carinho pelos alunos?

         Como deve proceder, em sala de aula, o professor ideal?

         Assim pode-se falar da importância da comunicação, que pode ser vista como uma atividade pedagógica no momento em que uma pessoa transmite para um ou mais indivíduos os conhecimentos básicos para se viver em sociedade. Pois em algum momento da vida, o indivíduo necessitará de alguém que mostre como fazer um cálculo simples ou dirigir um veículo. E ensinar não é impor ou depositar conhecimento.
         Deve-se questionar a postura do professor em sala de aula, pois geralmente, os professores geram, em sala de aula, um “distanciamento” com os alunos, em que todas as classes parecem iguais. Nem sempre o professor cria um espaço adequado para a interação em sala de aula. O principal passo para “quebrar distâncias” é considerar que o aluno é um indivíduo pertencente à realidade do professor. O aluno também ensina com a sua personalidade, o seu contexto histórico, social e cultural. O professor deve estar atento para perceber se é um bom comunicador e sabe interagir com os alunos.
         Ao analisar o vídeo sobre o que é educação. Uma entrevista de pessoas realizada na rua onde se perguntava: O que é educação e cultura? Qual é a sua opinião? O público alvo foi o mais abrangente possível, de pessoas com menor nível de escolaridade até as pessoas com maior grau de escolaridade, as respostas foram as mais diversas, e cada um tinha a sua opinião.
         Percebe-se que não há uma forma única de educação. Cada país ou sociedade apresenta valores e realidades diversas. E quais são os valores aceitos nas escolas brasileiras?

a)     Através do estudo os que são mais capazes chegam os postos mais importantes.

b)    O trabalho manual á uma ocupação inferior.

c)     Os que “não querem estudar” ficam relegados às tarefas que nossa sociedade valoriza menos.

Foi demonstrado, que Segundo o filósofo e pedagogo Dermeval Saviani, os objetivos prioritários da educação brasileira são:

a)     Educação para a Subsistência;

b)    Educação para a libertação;

c)     Educação para a comunicação;

d)    Educação para a transformação.

Ao refletimos se a educação ocorre só na escola, e concluímos que mesmo em locais em que não existe escolas há educação, desde que exista a transferência de saber entre gerações. Locais em que a educação ocorre de maneira assistemática: a família (primeira “escola”), a igreja, os sindicatos, as empresas, meios de comunicação de massa. Escola é o local em que pais e professores devem promover, de forma conjunta, educação. Transformação da escola é a transformação da sociedade. Para Paulo Freire: o fracasso da escola é o fracasso geral da sociedade.
Então se perguntou: Qual é o papel do professor? E chega-se a seguinte resposta. Professor é quem convida ao aprendizado, estimula, incentiva os estímulos positivos. Assim definimos as características de um bom professor:

a)     Aquele que oferece um bom ambiente para o aprendizado;

b)    Que faz o seu melhor no trabalho;

c)     Que sente a necessidade de se aperfeiçoar;

d)    Que respeita o pensamento de seus alunos;

e)     Que é um agente transformador.

Ao final discutimos sobre a palavra pedagogia, demos a seguinte definição: Palavra de origem grega: pais, paidós = criança = agein = conduzir = logos = tratado, ciência. Na Grécia Antiga, o pedagogo era um escravo que conduzia a criança à escola. Hoje, o pedagogo é um especialista em assuntos educacionais; licenciado em Pedagogia leciona na Educação Infantil e/ou Ensino Fundamental I, atuando como professor polivalente; atua, também, como coordenador pedagógico e/ou gestor em escolas de educação básica (da Educação Infantil ao Ensino Médio). Pedagogia hoje = ciência da educação; ciência e arte de educar. Pedagogia = trabalha com outras ciências como a Filosofia, a Psicologia, a Sociologia, etc.
E concluo com a definição da palavra Didática: Principal campo de estudos da Pedagogia. Objeto de estudo = a técnica de ensino-aprendizagem = métodos de ensino-aprendizagem. O resultado atual da educação no Brasil e o fracasso da escola é o fracasso geral da sociedade? Em que medida?
 
 
 
 
 
 

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Novas Práticas Pedagógicas no Brasil !

 
         Ao fazermos uma reflexão sobre as atuais práticas pedagógicas ministradas pelos professores no Brasil. Podemos comentar sobre a existência de material extra, que circula nas escolas (públicas ou privadas), que é o indicado pelos manuais didáticos e, muitas vezes, não reflete a realidade do aluno. Para superar o problema, os professores solicitam novos materiais que possam trazer algo novo para o processo de ensino-aprendizagem. Tenta-se fazer uma adaptação para a realidade mais próxima possível do aluno, para assim estimular o aprendizado em todas as disciplinas.
         Constata-se que há um desafio: o de trabalhar com os meios de comunicação de massa, que é uma alternativa para enfrentar as condições péssimas de trabalho na educação básica, e oferecer aos alunos uma condição de aprendizagem mais construtiva e crítica. É uma forma possível de se reinventar as aulas, para poder enfrentar o chamado “descompasso”, a situação presente vivida pelas escolas dos ciclos fundamental e médio diante dos meios de comunicação e das novas tecnologias. Entende-se, que os meios de comunicação também são fontes de educação “não-escolar”.
Podemos concluir que todos reclamam e querem mudanças, alunos, pais, professores, a sociedade. Assim é preciso dar as condições para tanto, é um enorme esforço de formação do magistério tendo em vista estas novas realidades. Ou seja, há que se combinar pesquisa, reflexão e ação, num movimento cujo resultado retorne o mais rapidamente possível ao espaço escolar. Pois os atuais alunos já são nativos digitais, recorrem continuamente às novas tecnologias para a solução de seus problemas e aprendem novas formas de interagir com o mundo que os rodeia.
Propõe-se como uma nova forma de prática pedagógica, a aplicação do jornal impresso, quando possível o digital, que é o meio mais barato e acessível para se trabalhar em sala de aula, principalmente, quando a escola não dispõe de recursos tecnológicos, como Datashow e computadores. Os meios de comunicação vigentes podem contribuir enormemente na tarefa de modernização da Educação Formal do país, a que se fazer uma reflexão e abrir uma discussão sobre como os meios de comunicação podem trabalhar em parceria com as instituições de ensino. Com a revolução digital em curso e o acesso às múltiplas plataformas de comunicação, abre-se a oportunidade de criarmos uma revolução educacional no país. Os conteúdos didáticos podem ser digitalizados, universalizados e padronizados, com o objetivo de alcançar o nível de excelência da educação Infantil, Fundamental I, Fundamental II, Ensino Médio e os Cursos Técnicos Profissionalizantes.
Podemos compreender que com o exemplo do jornal são realizados dois trabalhos:
a)     Leitura dos jornais produzidos pelas empresas midiáticas;
b)    Elaboração de veículos na própria escola.
Que venham a promover uma maior participação das comunidades locais no acompanhamento da evolução da escola e suas práticas pedagógicas.
Embora, a formulação do jornal em sala de aula, muita das vezes fique restrita ao professor de Língua Portuguesa, no entanto, os periódicos devem ser produzidos por outras disciplinas, como a Filosofia, por exemplo.
A participação dos meios de comunicação vigentes e a utilização das plataformas de comunicação do meio digital é uma proposta para a modernização da escola, fazer com que a escola atenda às necessidades da população. É um movimento de reação contra o ensino tradicional. O jornal impresso ou digital é um exemplo que se torna indispensável no processo de ensino-aprendizagem. É a possibilidade dos alunos expressarem as suas ideias e assim fazer com que o rendimento escolar do discente aumente.
 
 

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Quando haverá um bem comum ?

     
 
       Com mais de sete bilhões de pessoas no planeta terra, é possível pensar na materialização do bem comum?
         Este talvez seja o maior desafio social da humanidade, contruir um mundo que haja maior cooperação e distribuição dos bens da terra. Afinal de contas a terra não pertence a ninguém, antes da existência do Homem o planeta e suas maravilhas já existiam, e a nossa presença neste mundo representa um pálido momento da história existencial do planeta.
         O que é o mercado senão a aglomeração de pessoas em um determinado território, unidos por uma mesma língua, cultura, e necessidades. O que percebemos hoje é manipulação da oferta de recursos por parte de uma elite econômica, para suprir as necessidades dos mercados, com objetivo de maximizar o lucro financeiro. Ou seja, a “LEI DE MERCADO”, oferta versos a demanda, é uma falácia do “NEOLIBERALISMO”. O que presenciamos é desiquilíbrio após desiquilíbrio, e a contínua sobrevivência financeira de uma pequena elite econômica, que não buscas novas práticas para alterar o cenário das coisas.
         Até quando o Homem continuará a se enganar?
“A verdadeira sabedoria consiste em saber como
aumentar o bem estar do mundo.”
(Benjamin Franklin)
         Podemos prever um fato futuro, que é um choque de realidade, como a Revolução Francesa, a qual representou um choque de realidade para o status quo vigente de sua época. A LIBERDADE, IGUALDADE E FRATERNIDADE ainda são valores idealizados pelas parcelas marginalizadas da sociedade humana. Onde todos tenham a liberdade de ir e vir, ou seja, capazes de conquistar a mobilidade social, onde todos são iguais e devem ter oportunidades iguais que promovam a inclusão social, e onde todos vivam de forma fraterna para que o bem comum seja o valor buscado em primeiro lugar. O Iluminismo propunha a construção de uma sociedade perfeita conduzida pela razão, trouxe para a civilização de sua época a esperança da priorização do bem comum, mas hoje se pergunta:
         O que a civilização do presente propõe para a nossa época?
         Duas palavras podem resumir as demandas do presente, é a “SUSTENTABILIDADE” e o “EQUILÍBRIO”, e para atender estas duas palavras, a “ECONOMIA DE MERCADO” não é adequada, pois o modelo da “ECONOMIA DE MERCADO” necessita do desiquilíbrio para maximizar o lucro financeiro, o que não é sustentável, pois sempre haverá uma oferta menor que a demanda.
         Imagine como serão administrado os recursos naturais finitos da terra versos uma demanda sempre crescente por parte da humanidade?
         Haverá a necessidade de um planejamento por parte dos “ESTADOS” vigentes, a “ECONOMIA DE MERCADO TERÁ QUE SER PLANIFICADA”, ou seja, haverá a necessidade da intervenção dos “ESTADOS” vigentes. É um potencial modelo econômico para o futuro, pois os recursos são finitos, e para a manutenção da “ORDEM E DO PROGRESSO”, será necessária a regulamentação por parte dos “ESTADOS” viventes as formas de gestão e consumo dos recursos finitos. A riqueza crescerá a medida que houver mais inclusão e o consumo for sustentável e equilibrado.
“Não basta saber, é preciso também aplicar;
não basta querer, é preciso também agir.”
(Goethe)
         Assim a realidade dos fatos pode vir a privilegiar o bem comum, em detrimento dos valores egoístas da “ECONOMIA DE MERCADO”, que se fazem tão atuantes e presente na civilização contemporânea. Talvez seja um fio de luz para a nossa sociedade planetária.



sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Ponto de Inflexão !

 
         A humanidade está mais uma vez diante de seu ponto de inflexão na sua história, em sua trajetória houve vários momentos de inflexão, os quais possibilitaram as mudanças para sobrevivência em vez da extinção.
         Mas o que é um ponto de inflexão ?
         “Em cálculo diferencial, um ponto de inflexão ou simplesmente inflexão, é um ponto sobre uma curva na qual a curvatura (a derivada de segunda ordem) troca o sinal. A curva muda de ter curvatura côncava para cima (positiva) para concavidade para baixo (curvatura negativa), ou vice-versa. Pode-se comparar com a condução de um veículo ao longo de uma estrada sinuosa, no ponto de inflexão no qual o volante é momentaneamente “endireitado” quando virado da esquerda para a direita ou vice-versa.”
         Parece-me, que necessitamos endireitar o volante da nossa história, pois a estrada da vida é sinuosa, repleta de curvas e cheia de adversidades. Uma das plataformas que possibilitará a manutenção do controle e direção do volante da história é a tecnologia, utilizada de forma racional com eficiência e eficácia. Pois estamos diante de enormes desafios que comprometem a possibilidade da continuidade da existência da raça humana. É como se a curva da história da vida estivesse com o sinal negativo e urgentemente precisássemos mudar o sinal para positivo, ou seja, estamos diante de um ponto de inflexão.

“Fazemos nossos caminhos e
lhe chamamos destino.”
(Benjamin Disraeli)

         Estamos caminhando para a conscientização de que é necessária a implantação de uma economia voltada para sustentabilidade, que se materializar através de decisões políticas, é o uso racional, eficiente e eficaz dos recursos naturais finitos. Há a necessidade da utilização de tecnologias disponíveis para tornar reais as novas decisões políticas. O futuro não será igual ao passado, mas caso venha possibilitar a vida humana, será um salto quântico, ou seja, de uma órbita gravitacional da vida para outra aleatória órbita gravitacional da vida.
         Um exemplo prático é a forma como a humanidade lida com a água potável. O recurso é finito, e hoje há uma parcela da humanidade que não tem acesso à água potável e ao saneamento básico. Uma solução é o reconhecimento da necessidade de alteração, onde haverá uma mudança do seu estado original das políticas públicas na gestão dos recursos hídricos. A lógica vigente não será o retorno financeiro de curto prazo, mas a necessidade de solucionar problemas de ordem social.
         Os verdadeiros líderes políticos serão os que estiverem comprometidos com as soluções de problemas de ordem pública. Quem tiver a atitude de maximizar a racionalidade do uso dos recursos naturais finitos. Quem tiver um discurso direto, transparente e comprometido com a verdade. Não há espaço para o discurso demagógico, com frases de efeito de inócua eficiência e eficácia. A realidade se fará valer pelos fatos, que cobrará atos compatíveis com a própria realidade.
         Está na hora da humanidade encarar a verdade, os fatos e as reais possibilidades para superar os desafios existentes. Já não há espaço para omissão, é a necessidade de ação pela continuidade sustentável da vida.

“Quem quiser alcançar um objetivo distante
tem que dar muitos passos curtos.”
(Helmut Schmidt)
 
 
 

sábado, 24 de janeiro de 2015

Crise de Água ou Crise de Gestão Pública !

 
         Estamos diante de uma crise, e o objeto em questão é a água, que revela a forma como o Estado faz a gestão dos recursos hídricos do país. A população será testemunha da maneira como nossos líderes políticos atuam, e conduzem as políticas públicas no Brasil. As decisões políticas são tomadas de forma reativa, jamais de forma pró ativa, ou seja, primeiro é necessário que ocorra a catástrofe para depois ter uma ação pública. A questão é: Será possível uma reversão do cenário catastrófico, ou teremos um ano de 2015 pior que o ano de 2014? Como será?

“Ciência é conhecimento organizado.
Sabedoria é vida organizada.”
(Immanuel Kant)

         A ciência tem nos revelado as mazelas que iremos sofrer caso não tenhamos uma ação pró ativa para com as previsões futuras de nossas descobertas, os cientistas são os profetas do presente, que testemunham a necessidade de uma mudança de comportamento, os recursos naturais são limitados, embora uma sociedade do consumo crie necessidades ilimitadas, ou seja, a economia contábil do desenvolvimento sustentável é deficitária, consumimos mais que a nossa capacidade instalada, mais que a natureza do globo terrestre nos fornece a cada ano. Não há decisões sábias por parte de nossas lideranças políticas, que venham a constituir uma vida organizada. Caminhamos para desorganização do poder público, que irá perder a legitimidade da condução da vida da sociedade. Começaremos a ver iniciativas privadas e particulares para a manutenção do padrão de vida, e a lei será ditada por quem tem mais força, ou seja, quem tem mais dinheiro e poder político. Caminhamos para a constituição de um “Estado Paralelo” com suas regras e leis próprias. É o início da derrocada institucional do Estado Republicano constituído, caso não sejamos capazes de reverter os efeitos profetizados pelos cientistas de plantão.

“Uma vida não questionada
não merece ser vivida.”
(Platão)

         Existe a necessidade de se fazer um grande questionamento, quanto à forma, que estamos sendo conduzidos por nossos líderes políticos. As verdades são meias verdades, me parece que o problema é muito mais grave, revela pontos de ingerência, ineficiência, e interesses obscuros. A quem interessa um estado de calamidade? Podemos atuar sobre o presente para construirmos um cenário melhor para o futuro, para tal, devemos deixar de sermos reativos, para passarmos a ser pró ativos, o que falta é uma decisão política.

“Espere o melhor, prepare-se para
o pior e receba o que vier.”
(Provérbio Chinês)
 
 
 
 

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Participação Política !


Existe no Brasil, um movimento embrionário, que podemos chamar de ação política em prol da conscientização e posicionamento político frente ao estado de coisas que ocorre no Brasil do presente.
O povo deve ser alertado quanto à forma que somos liderados nos últimos 12 anos por nossos líderes políticos. O que realmente está ocorrendo com o país, com a vida de sua população e o patrimônio público do país.
O que devemos fazer?
Como devemos ter “Participação Política”?
Estamos envolvidos por um “MAR DE LAMAS”, O PETROLÃO É UM EXEMPLO E O INÍCIO DE NOVAS DESCOBERTAS. Irão aparecer novas denúncias em outras esferas do governo nacional, a prova do quanto o PT – Partido dos Trabalhadores, PP – Partido Progressista, PMDB - Partido do Movimento Democrático Brasileiro e outros partidos da base política do governo, o quanto estão roubando, saqueando o dinheiro do povo brasileiro. 
A oposição política tem que estar presente, lutar, fazer se materializar a vontade de um povo que quer um Brasil transparente, limpo, viável para o investidor, seja estrangeiro ou nacional. O resultado da administração atual representa a quebra da Eletrobrás, da Petrobrás, o aumento do endividamento público, o déficit público, a inflação alta, a falta de governança política por parte do governo, a supressão da ordem pública. O Brasil está naufragando em seu próprio “MAR DE LAMA”.
Brasil varonil, vamos à luta, vamos mudar o presente, vamos criar o futuro, está em nossas mãos, devemos nos posicionar, ter uma opinião política, ter uma atitude política quanto à realidade do cenário que nos cerca. Já não é sustentável vivermos mais com o a corrupção institucional que se instalou no país. Com o dinheiro da corrupção promovida pelos atuais líderes políticos oriundos dos partidos políticos, como o PT – Partido dos Trabalhadores, PP – Partido Progressista, PMDB - Partido do Movimento Democrático Brasileiro e outros as serem comprovado. Falta dinheiro para a saúde, para a educação, inúmeros municípios e Estados ainda não receberão o repasse financeiro do governo federal, dinheiro para manter a boa governança da estrutura do Estado brasileiro, o dinheiro está escasso, mas dinheiro para financiar a corrupção não falta, aliás, está sobrando no bolso dos ladrões que estão saqueando o país na luz do dia.
O povo deve se manifestar politicamente, ir à rua, falar, pedir mudança, de forma democrática fazer valer os próprios direitos civis, não há espaço para maus políticos, todos estes devem ser afastados da vida pública, esta é a “Participação Política” do povo.

“A política é quase tão excitante como a guerra
 e não menos perigosa. Na guerra a pessoa
 só pode ser morta uma vez, mas
na política diversas vezes.”
( Winston Churchill )

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Nova Crise Mundial, a Crise das Grandes Cidades !

 
Estamos inseridos em um mundo complexo, diante de um movimento dialético histórico da humanidade. Conforme a postura filosófica de regressão social, a barbárie, enunciada pelo filósofo Marildo Menegat que faz uma crítica dialética do direito.
As cidades como formas históricas de agrupamento humano estão caminhando para uma crise sistêmica?
No modelo capitalista a cidade é um espaço de produção, onde também há o consumo. Segundo o filósofo Marildo Menegat a crise da cidade é a crise do capitalismo.
O capital e trabalho se uniram para criar na cidade uma exclusão ao criar um Estado de exceção?
Existe um mecanismo social que funciona independente da nossa vontade, que é a lei do valor produzido pelo trabalho humano, que gera e desenvolve o capitalismo, na medida em que se cria valor através do trabalho. Só que hoje existem avanços tecnológicos que minimizam a criação de valor, ao reduzir o trabalho humano, pela utilização de novas técnicas. Para tornar o capitalismo mais competitivo, há um movimento sistêmico na redução da fonte de geração do valor, que é proporcionado pela eliminação gradual do trabalho humano.
Para a construção de uma sociedade mais próspera e feliz, não deveríamos rever o conceito do que é ser produtivo, ou seja, para que fim?
Para entendermos melhor o cenário, é só percebermos, que hoje fazemos parte de uma sociedade voltada para o consumo, que não está mais voltada para a produção, para a geração de valor. O consumo está sendo financiado pelo sistema financeiro, que pelo método do endividamento gera o consumo, mas não gera riqueza. Hoje existe uma massa populacional localizada em diversas grandes cidades que estão fora da relação de trabalho por estarem excluídas do trabalho, e fora da relação de consumo por não gerarem valor e por não terem dinheiro para o consumo.
Segundo a ONU em 2020 a maior parte da população mundial estará vivendo em grandes cidades, será urbana, é o fenômeno da vida urbana. É o processo de expropriação da vida do campo.
Como as massas humanas irão se adequar ao espaço urbano?
Segundo o filósofo Marildo Menegat estas massas humanas não têm função no capitalismo, não têm trabalho, não têm dinheiro, não têm lugar, é um problema para o capitalismo, um grande desafio. E este processo ocorre desde os anos 1970, criando um processo de favelização no mundo inteiro. As massas sociais expropriadas do campo vão viver em favelas, que segundo o IBGE, a favela é um aglomerado subnormal, carente de serviços públicos essenciais, ocupando terreno alheio, de forma desordenada.
Este é o maior desafio do Estado Brasileiro, tornar a vida de cada cidadão brasileiro uma realidade digna de se viver, com moradia digna, saneamento básico, trabalho, renda, educação de qualidade, saúde, etc. A crise do capitalismo que enfrentamos é a realidade da exclusão social, ocasionada pelos sucessivos ganhos de produtividade, que eliminou o trabalho humano. O próximo governo tem que promover a inclusão do trabalho humano, ou seja, promover a absorção do trabalho gerador de riquezas pelas grandes massas sociais. A política econômica tem que estar voltada para este objetivo estratégico. Para podermos enfrentar a crise estrutural do capitalismo no espaço urbano. Se nada for feito nesta direção, poderemos esperar em um futuro breve a volta da barbárie. As grandes cidades deixaram de existir, por não se conseguir sobreviver com os elevados níveis de violência que irão existir. Existirá uma guerra civil não declarada, e os sinais desta realidade estão nos elevados índices estatísticos de mortes violentas que são apresentados todos os anos pelo Brasil.
Será que estamos caminhando para a barbárie?

“A sabedoria é um adorno na prosperidade
e um refúgio na adversidade.”
(Aristóteles)